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  • joaquimcosta7

Você conhece bem seu cliente?



Abrimos este post com uma pergunta cuja resposta pode navegar por muitos mares.


Ela (a resposta) pode passar por modelos preditivos, CRMs, Data Science, Pesquisas de Opinião e muitas outras questões. Todas muito importantes!


Porém, você já deve ter parado para pensar na infinidade de questões complexas que precisamos lidar todos os dias. Informações que se multiplicam, mudanças de contexto impactando questões econômicas e sociais, processos de transformação digital em velocidade impressionante. Tudo isto modificando diretamente o ambiente de negócios e desafiando profissionais, empresas e seus modelos de decisão.


Como lidar com todas estas questões e entregar, no momento exato, aquilo que seu cliente precisa?


Vou recorrer a Leonardo da Vinci, considerado um dos maiores gênios da história em função de seus múltiplos talentos. Cientista, matemático, pintor, escultor, engenheiro, arquiteto, botânico, poeta e músico, só para citar "algumas" de suas habilidades.


Se você acha processos de transformação digital o máximo (e são mesmo), imagine a capacidade de Leonardo da Vinci em transformar o mundo ao seu redor.


"A simplicidade é o último degrau da sofisticação"

Com tantos talentos, o nível de complexidade de suas soluções deveriam ser enormes. Entretanto, a frase atribuída a Leonardo da Vinci: "A simplicidade é o último degrau da sofisticação" é um importante contraponto. Mona Lisa, sua obra mais icônica pode ser um bom exemplo.


Mas o que isto tem a ver com a pergunta deste post?


A simplicidade está na capacidade de transformar contextos complexos em decisões simples

A resposta para conhecer bem seu cliente está na SIMPLICIDADE. Ou melhor, na capacidade de transformar contextos complexos em decisões simples. Na possibilidade de tomar decisões e responder adequadamente a cada interação como seus clientes.

Por menores que sejam.


Os exemplos são inúmeros. Você mesmo tem alguns no seu dia a dia. Vou falar de um que aconteceu comigo.


Em processo de abertura de conta em um banco digital esqueci de anexar um documento. Interação simples. Provavelmente centenas (senão milhares) destas interações por dia. Nesta interação o banco me enviou uma mensagem informando que esqueci o documento, me mostrou como era fácil resolver e me ajudou neste processo. Não falou dos benefícios em abrir uma conta naquela instituição, não falou sobre a satisfação em ter-me como cliente. Simples assim.


Sabe por que foi simples assim?


Apesar de não conhecer a estrutura tecnológica do banco, caso eu tivesse USD 1,o MILHÂO e fosse obrigado a apostar, eu apostaria que o banco tem um motor de regras e cálculos para decidir o que fazer nestas interações. Como agir. O que falar para seus clientes de modo simples, direto ao ponto.


Como sei que vou ganha este USD 1,0 milhão, vou apostar outro acreditando que é a área de negócios e produto do banco que toma conta das regras, variáveis e decisões que garantam que estas interações possam atender as demandas do mercado e dos clientes.


Motores de regras e cálculos (soluções de BRMS) têm em seu DNA a capacidade de decompor a complexidade das questões que trouxemos no início deste post e torná-las simples. Com decisões tão simples como: sim ou não, prosseguir ou não prosseguir, conceder ou não conceder crédito, aplicar ou não descontos, oferecer ou não determinado produto, ou o qualquer outra decisão os motores trazem simplicidade para estes processos. E ainda conseguem estabelecer correlações entre estas decisões simples e construir tabelas de decisões e decisões complexas (arvores de decisões) de modo descomplicado.


O Abaccus BRMS acrescenta a este cenário a possibilidade de levar esta simplicidade para as áreas de negócios. São elas que estão com "a mão no paciente" e precisam entregar soluções que respondam diretamente estas demandas.


Democratizar a produção de soluções que respondam às necessidades de negócio e empoderem seus profissionais para dar respostas ágeis que atendam seus mercados e seus clientes. Este é o desafio. Esta é a simplicidade que precisamos entregar.


Keep It Simple, Stupid

O conceito de "Keep It Simple, Stupid - (KISS)", principio de design de projetos desenvolvido pela marinha americana através de seu engenheiro Kelly Johnson. Ele queria que seus projetos fossem tão simples para que pudessem ser reparados por um homem em situação de combate com apenas alguns mecânicos com treinamentos básicos e ferramentas simples.


Está é a entrega do Abaccus BRMS. Tão simples que qualquer usuário, mesmo sem conhecimento programático, possa criar e alterar regras de negócio que impactam diretamente as interações com clientes.


Afinal, se tem alguém que deve conhecer o cliente e dar as respostas mais adequadas ele está na área de negócios, não em TI.


Ferramentas que se utilizam de low code para facilitar a vida dos usuários para gerar suas aplicações e conectar suas soluções através de APIs cumprem bem este papel.


Mais uma vez a simplicidade. Somente decompondo contextos, isolando variáveis e regras, você consegue entregar simplicidade para processos complexos.


Acelerar o time to market de novas estratégias e produtos, assegurar um bom desempenho das empresas no mercado e encurtar o caminho entre os insights de negócio e as interações com seus clientes é um dos principais benefícios de motores de regras e cálculos.


A simplicidade como último degrau da sofisticação!





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